Saúde

SAI ZIKA! DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA NO COMBATE CONTRA O MOSQUITO.

Sai ZiKa.

Secretaria Municipal de Saúde de Claraval, Vigilância Epidemiológica, Sanitária e Ambiental.

O Boletim Epidemiológico do departamento de Vigilância em Saúde, é um instrumento de vigilância sanitária para disseminar informações relevantes e qualificadas a cerca desse serviço em Claraval.

1– Arboviroses

Introdução

Dengue, febre de chikungunya e febre pelo vírus Zika são doenças de notificação compulsória, e estão presentes na lista nacional de notificação compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública, sendo que a febre pelo vírus Zika foi acrescentada a essa lista pela Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, unificada pela Portaria de Consolidação nº 4, de 28 de setembro de 2017, do Ministério da Saúde. Este boletim apresenta os dados de 2018, até a semana epidemiológica (SE) 10 (31/12/2017 a 10/03/2018), comparados com igual período do ano de 2017. Está apresentado o número de casos, o número de óbito. Em 2017, entre a SE 1 e a SE 52, foram registrados 251.711 casos prováveis de dengue, e em 2016, 1.483.623. Em 2018, até a SE 10 (31/12/2017 a 10/03/2018), foram registrados 51.930 casos prováveis de dengue no país, com uma incidência de 25,0 casos/100 mil habitantes.Em 2018, até a SE 10, a região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos prováveis (19.422 casos; 37,4%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (18.013 casos; 34,7%), Nordeste (7.444 casos; 14,3%), Norte (4.644 casos; 8,9%) e Sul (2.407 casos; 4,6%). Entre os municípios com as maiores incidências de casos prováveis de dengue registradas em fevereiro destacam-se: São Simão/ GO, com 2.563,8 casos/100 mil habitantes.; Senador Canedo/ GO, com 1.067,7 casos/100 mil habitantes.; Aparecida de Goiânia/GO, com 166,9 casos/100 mil habitantes.; e Goiânia/ GO, com 66,1 casos/100 mil habitantes.

Casos graves e óbitos de dengue Em 2018, até a SE 10, foram confirmados 31 casos de dengue grave e 370 casos de dengue com sinais de alarme. No mesmo período de 2017, foram confirmados 75 casos de dengue grave e 866 casos de dengue com sinais de alarme. Em 2018, até a SE 10, observou-se que a região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos confirmados de dengue grave e dengue com sinais de alarme, com 19 e 269 casos, respectivamente. Foram confirmados 10 óbitos por dengue até a SE 10 de 2018. No mesmo período de 2017, foram confirmados 36 óbitos. Existem ainda em investigação, em 2018, 148 casos de dengue grave e dengue com sinais de alarme e 61 óbitos que podem ser confirmados ou descartados.

Febre de chikungunya

Em 2017, da SE 1 à SE 52, foram registrados 185.854 casos prováveis de febre de chikungunya, e em 2016, 277.882 ) Em 2018, até a SE 10 (31/12/2017 a 10/03/2018), foram registrados 14.261 casos prováveis de febre de chikungunya no país. Em 2018, até a SE 10, a região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos prováveis de febre de chikungunya (7.096 casos; 49,8%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (3.642 casos; 25,5 %), Nordeste (1.844 casos; 12,9 %), Norte (1.559 casos; 10,9%) e Sul (120 casos; 0,8%). Entre os municípios com as maiores incidências de chikungunya registradas em fevereiro, destacam-se: Nossa Senhora do Livramento/MT, com 216,3; Várzea Grande/MT, com 721,5/ MT, com 39; e Belém/PA, com 11,5 casos/100 mil habitantes.

Óbitos por chikungunya

Em 2018, até a SE 10, foi confirmado laboratorialmente um óbito por chikungunya e existem ainda 13 óbitos em investigação que podem ser confirmados ou descartados. No mesmo período de 2017, foram confirmados 26 óbitos e existiam 13 óbitos em investigação pelo vírus Zika Em 2017, da SE 1 à SE 52, foram registrados 17.594 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país, e em 2016, 216.207  Em 2018, até a SE 10, foram 2017, da SE 1 à SE 52, foram registrados 17.594 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país, e em 2016, 216.207 . Em 2018, até a SE 10, foram registrados 1.174 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país.

Atividades desenvolvidas pelo Ministério da Saúde.

– Realização, de forma rotineira e programada, do levantamento entomológico de infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), com 5.287 municípios (94,9% do total dos municípios do país) envolvidos no primeiro semestre de 2017 e 5.480 municípios (98,4%) no segundo semestre. . Repasse da segunda parcela, referente a 40% do montante autorizado na Portaria nº 3.129, de 28 de dezembro de 2016, para o Distrito Federal e os municípios que cumpriram os critérios estabelecidos em seu art. 3º.

– Publicação da Portaria nº 272, de 7 de fevereiro de 2018, que suspende a transferência de recursos financeiros do Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS), do Bloco de Custeio das Ações e Serviços Públicos de Saúde a serem alocados no Grupo de Vigilância em Saúde, dos 88 municípios que não cumpriram a obrigatoriedade de envio do levantamento entomológico de infestação por Aedes aegypti, conforme previsão do art. 1º da Resolução CIT nº 12, de 26 de janeiro de 2017.

– Atualização do curso de Educação a Distância (EAD) Manejo Clínico da chikungunya, disponível na UNASUS.

– Realização, em março de 2017, do 1º Workshop Internacional Asiático-Latino-Americano em Diagnóstico, Manejo Clínico e Vigilância de Dengue. 6. Realização, em setembro de 2017, do Workshop Internacional de Vigilância das Doenças Neuroinvasivas por Arbovírus.

– Realização da capacitação de manejo clínico das arboviroses para profissionais de saúde nos estados de Roraima, Tocantins e Mato Grosso.

Levantamento de infestação Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) e o Levantamento de Índice Amostral (LIA) foram desenvolvidos em 2002, para atender à necessidade dos gestores e profissionais que operacionalizam o controle das arboviroses de dispor de informações entomológicas em um ponto no tempo (antes do início do verão) antecedendo o período de maior transmissão, com vistas ao fortalecimento das ações de combate vetorial nas áreas de maior risco. Trata-se, fundamentalmente, de um método de amostragem que tem como objetivo principal a obtenção de indicadores entomológicos, de maneira rápida.

Trabalhos realizados em Claraval

 

 

Trabalhamos com LIA (Levantamento de Índice Amostral)

Com programação de 4 ciclos de LIA para 2018 com cronograma de atividades/Diretrizes Nacionais para a prevenção e controle de epidemias por arboviroses.

·         Números de imóveis existentes: 1.465

·         PE ( Pontos estratégicos) 24 ciclos de monitoramento do Aedes aegypti

·         Localidades: Curtume Toinzinho,Curtume Real Nelori.Curtume Fadu,Depósito

 de Couro Real Nelori,STKFRAN,Borracharia do Cilim,Mecânica do Botinha,Ferro velho do Rafael,Garagem de ônibus do Ronaldo e Clube Hípico.

·         Realizados 06 ciclos de visitas anuais com tratamento Focal (TF)

·         Realização de UBV se caso suspeito de arboviroses.

·         Mobilização mensal com a comunidade escolar e população.

 

 

 

 

 

 

 
  Relatório de Levantamento de Índice Amostral

Janeiro de 2018 em Claraval – MG

 

Imóveis programados Imóveis inspecionados
493 504
    Tabela -1 FREQUENCIA % DE CRIADOUROS DE AEDES AEGYPTI  
  A1

Caixa d’água

Elevada

A2 Outros depósitos de água baixo Pequenos depósitos móveis C

Deposito fixo (Piscina, caixa de esgoto

 

D1

 

Pneus

 

 

D2

 

Sucatas

E

 

Depósitos naturais

 
  0 15,6 12,5 0 18,8 53,1  
   

Classificação de risco

 

 

 

Imóveis programados Imóveis inspecionados
483 509
 

Tabela -2 FREQUENCIA % DE CRIADOUROS DE AEDES AEGYPTI mês de Abril de 2018 Claraval-MG

 

 
 
A1

Caixa d’água

Elevada

A2 Outros depósitos de água baixo Pequenos depósitos móveis C

Deposito fixo (Piscina, caixa de esgoto

 

D1

 

Pneus

 

 

D2

 

Sucatas

E

 

Depósitos naturais

 

 

 

 
 

Conclusão:

Foi apresentada a descrição da situação das arboviroses das semanas epidemiologia 01 a 10 de 2018 no pais em comparação com os anos de 2016 e 2017, e os esforços para evitar os aumentos de casos.No âmbito municipal descreve-se a situação do LIA realizados do primeiro trimestre de 2018,com alto risco de infestação do Aedes Aegypti.E as mobilizações sociais com a comunidade escolar e população, que apresenta resultado de um bom trabalho, haja vista que a primeira epidemia foi em 2013 e 2 casos em 2015, até o momento de 2018 não há registro de casos.Ao longo deste trabalho ,ficou claro que somente, com a efetiva participação da comunidade  assumindo a sua parcela de responsabilidade e mudando atitudes e práticas para eliminar o mosquito de seu ambiente será possível minimizar essa situação.

Fonte: Boletim Epidemiológico | Secretaria de Vigilância em Saúde | Ministério da Saúde

Fonte: Sinan NET (banco de 2017 atualizado em 23/01/2018; de 2018, em 09/03/2018).

Dados sujeitos a alteração.

Dados Lira/Lia versão 1.0- MS

Endereço para correspondência

epidemi@claraval.mg.gov.br

Endereço eletrônico Prefeitura de Claraval/Fecebook

Duvidas e/ou sugestões

Entrar em contado com Agentes de Endemias/vigilância Sanitária de Claraval

Tel. (34) 3353 5311

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